A IMPORTÂNCIA DA PRÉ PRODUÇÃO III

???????Não deixe para depois:

Evite calcular com otimismo o número de horas de estúdio e não deixe coisas para fazer “rapidinho, enquanto estão ligando os instrumentos” (seja uma transposição de uma parte para um trumpete ou eliminar as notas duplas acidentais de uma das 42 tracks que compõem a linha de baixo).

Vale a pena salvar todas as programações com backups, sejam eles de quaisquer mídias. Qualquer uma delas (CD,pen-drive, etc.) é muito mais barata do que chegar com o disquete da programação dos sons do sampler danificado na hora do “bicho pegar” e não outro para usar.

O mais provável é não acontecer, mas você não será avisado com antecedência disso e pode perder um tempão reprogramando coisas na frente de todo mundo, ou pior, com um monte de gente entrando e saindo do estúdio e perguntando para você com aquela simpatia meio aflita: “e aí vamos lá?”

Acrescente ao seu cálculo de horas a serem gastas uma porcentagem de 20 a 25% e você não se arrependerá.Em algum momento de gravação ou de mixagem você vai precisar delas.

Ouça sua Demo em diferentes lugares:

Ouvir suas demos em diferentes lugares e na presença de diferentes pessoas ajuda a tirar uma média entre o que precisa ser melhorado, o que deve ser repetido e o que não faz muita diferença mesmo.

Normalmente a quantidade de ruído numa demo feita em casa é muito grande se comparada a material gravada em estúdios devido a problemas de espaço,cabeamentos e “sujeira” na energia elétrica de uma instalação residencial.

Então, você ouve sua demo em caixas numa sala acusticamente tratada, essa sujeira aparece com muito mais intensidade do que quando você ouvia a sua demo no CD do carro. Um estúdio profissional que se preze não vai lhe dar esses problemas.

Outro caso bastante comum é aquele “lamaçal” na região média do espectro que enfraquece os gooves, embola a harmonia e afunda a voz num abismo de reverb. Nesse caso, se isso aparecer em diferentes condições de audição, tente atacar o problema de duas maneiras diferentes. Uma é checar musicalmente se as funções estão bem equilibradas ouse é possível enxugar um pouco na instrumentação. Quantos sons de pad são necessáriosem uma mesma música? Quantos agogôs e shakers? Outra possibilidade é verificar se não tem muita gente atuando na mesma faixa de frequência e tentar através de equalização e/ou compressão separar um pouco as coisas ou usar menos elementos simultaneamente e variar cada parte da música que se repete.

Para que usar uma base de guitarra stacato (pica pau) todas as vezes que um arpegiador estiver tocando na mesma da música? A mão esquerda do seu clavinete está combinando mesmo com o baixo da música ou você apertou o quantize para o clavinete e acha que o baixista “é meio impreciso”?
Lembre-se: escolhas têm que ser feitas o tempo todo e de uma maneira geral, não se apegua tanto assim às partes sequenciadas, pois entrar comuma sucessão de acordes e apertar um botão de quantize, qualquer um pode fazer, mas quando você tem um músico tocando numa track, uma parte da história dele está sendo gravada e passará a fazer parte do seu trabalho também.

Escolha o que lhe parecer melhor e chegue no estúdio já decidido, vai ser melhor para seu bolso.

Não deixe para depois:
Evite calcular com otimismo o número de horas de estúdio e não deixe coisas para

fazer “rapidinho, enquanto estão ligando os instrumentos” (seja uma transposição de uma

parte para um trumpete ou eliminar as notas duplas acidentais de uma das 42 tracks que

compõem a linha de baixo).
Vale a pena salvar todas as programações com backups, sejam eles de quaisquer

mídias. Qualquer uma delas (CD,pen-drive, etc.) é muito mais barata do que chegar com o

disquete da programação dos sons do sampler danificado na hora do “bicho pegar” e não outro

para usar. O mais provável é não acontecer, mas você não será avisado com antecedência

disso e pode perder um tempão reprogramando coisas na frente de todo mundo, ou pior, com um

monte gente entrando e saindo do estúdio e perguntando para você com aquela simpatia meio

aflita: “e aí vamos lá?”
Acrescente ao seu cálculo de horas a serem gastas uma porcentagem de 20 a 25% e

você não se arrependerá.Em algum momento de gravação ou de mixagem você vai precisar delas.
delas.

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